Mas só roubei um bocadinho assim:
"O amante (...) É alguém que já passou por uma experiência de vida única e que lhe permite ver as relações amorosas como elas são (ou devem ser)... abertas, sinceras e sem concessões. Algumas, felizardas, conseguem ter o seu amante privado. Outras, conseguem que ele seja o pai dos seus filhos e/ou que seja seu por um período finito de tempo. E o que todas elas têm em comum é que, durante o tempo em que estiveram com eles, se sentiram realmente amadas, de corpo e alma, viradas do avesso e postas a secar ao sol, sem se importarem nada apenas ansiando pelo momento em que ele as tiraria da corda, as tratasse com carinho e se aconchegasse nelas. Esses momentos valem tudo porque são verdadeiros, honestos e sinceros. Os amantes não fingem amar pelo que, quando amam, o fazem com toda a intensidade, com todas as fibras do seu corpo."
IN: http://oinconformado.blogspot.com/
August 30, 2006
Fecha a porta, apaga as luzes, vem deitar-te a meu lado...
Uma possibilidade de amar, ali mesmo à nascença,
Condenada
Uma perspectiva de futuro nunca concretizada
Mais dolorosa
Sente-se menos a desilusão, porém
Sente-se mais a não vivência
De um amor possível
Quando olho para os anos vindouros
Onde estiveste ao meu lado
Onde deixaste a tua aura
Onde a minha vida caminhava
Para um lugar seguro
Não queres essa partilha
E isso arrasa o meu ser
Não me permites viver
Esse amor tão possível
Morre à nascença
Ainda por definir
Há um vazio perdido
Numa imensidão de sonhos
Difícil de superar
Que falta sinto da magia
Do que não vivemos
Finalmente o meu coração
Abre uma porta discreta
Aprende a viver
Quer respirar
Num minuto
A porta é trancada
Encrava
Enferruja
Condenada
Uma perspectiva de futuro nunca concretizada
Mais dolorosa
Sente-se menos a desilusão, porém
Sente-se mais a não vivência
De um amor possível
Quando olho para os anos vindouros
Onde estiveste ao meu lado
Onde deixaste a tua aura
Onde a minha vida caminhava
Para um lugar seguro
Não queres essa partilha
E isso arrasa o meu ser
Não me permites viver
Esse amor tão possível
Morre à nascença
Ainda por definir
Há um vazio perdido
Numa imensidão de sonhos
Difícil de superar
Que falta sinto da magia
Do que não vivemos
Finalmente o meu coração
Abre uma porta discreta
Aprende a viver
Quer respirar
Num minuto
A porta é trancada
Encrava
Enferruja
July 03, 2006
Mundial
Obviamente que não poderia deixar de dizer alguma coisita sobre o Mundial.
As palavras são repetidas, pouco ou nada originais, mas estão repletas de emoções.
Esta é uma Selecção inesquecível; o que sinto é também inesquecível.
Nunca fui adepta de Futebol, mas desde 2004 que dou comigo a assistir aos jogos, a dar palpites, a rezar, a chorar de alegria, enfim... aprendi a gostar de Futebol e estou feliz por isso. Sim como poderia passar indiferente a esta onda de energia!? Ainda bem que aprendi.
Fizemos História... ficámos para a História. Independentemente do que o Futuro nos reserva, todos nós estamos gratos por nos fazerem sonhar e realizar esse sonho.
Trabalho de equipa, empenho, são palavras chave que podem ser adaptadas a todos os níveis das nossas vidas. É isto que me é transmitido... é possível ir mais longe, acima de tudo lembremo-nos disso.
Não tem sido fácil viver em Portugal, mas não podemos envergonhar-nos de sermos Portugueses.
Não é Nacionalismo; não pode sequer ser interpretado como tal. É sim uma afirmação de quem somos.
Sermos Portugueses sem medo, vergonha ou preconceito; sem ofender nem sermos ofendidos, apenas sermos!
E temo-nos esquecido disso!
Força Portugal!!!
As palavras são repetidas, pouco ou nada originais, mas estão repletas de emoções.
Esta é uma Selecção inesquecível; o que sinto é também inesquecível.
Nunca fui adepta de Futebol, mas desde 2004 que dou comigo a assistir aos jogos, a dar palpites, a rezar, a chorar de alegria, enfim... aprendi a gostar de Futebol e estou feliz por isso. Sim como poderia passar indiferente a esta onda de energia!? Ainda bem que aprendi.
Fizemos História... ficámos para a História. Independentemente do que o Futuro nos reserva, todos nós estamos gratos por nos fazerem sonhar e realizar esse sonho.
Trabalho de equipa, empenho, são palavras chave que podem ser adaptadas a todos os níveis das nossas vidas. É isto que me é transmitido... é possível ir mais longe, acima de tudo lembremo-nos disso.
Não tem sido fácil viver em Portugal, mas não podemos envergonhar-nos de sermos Portugueses.
Não é Nacionalismo; não pode sequer ser interpretado como tal. É sim uma afirmação de quem somos.
Sermos Portugueses sem medo, vergonha ou preconceito; sem ofender nem sermos ofendidos, apenas sermos!
E temo-nos esquecido disso!
Força Portugal!!!
January 31, 2006
e mais coisas simples
Nesta viagem intensa que chamamos vida, crescem sabores diversos na boca da existência.
O corpo naturalmente se desenvolve, riscando os dias que passam.
O envelhecimento dos olhos torna-os mais doces.
Olhamos para o futuro com dúvidas, revemos o passado com incertezas.
Acima de tudo sentimos que o presente é o único bem que temos.
O corpo naturalmente se desenvolve, riscando os dias que passam.
O envelhecimento dos olhos torna-os mais doces.
Olhamos para o futuro com dúvidas, revemos o passado com incertezas.
Acima de tudo sentimos que o presente é o único bem que temos.
Coisas simples
Dia 29 de Janeiro de 2006
NEVOU no País todo...
Foi um Domingo diferente... simples é verdade, mas diferente.
As coisas simples são as mais inesquecíveis... Todos comentaram e sorriram... todos ligaram aos amigos e familiares para lhes pedir para irem espreitar à janela.
Nevou em Lisboa, facto que não acontecia há cinquenta anos. Nevou em Évora, Beja, no Algarve. Todos se esqueceram que se deve a alterações climatéricas provocadas pela destruição do Mundo pelo Homem. Todos fizemos conversa no trabalho, no autocarro, no comboio. Gostei sobretudo de ouvir uma mãe a falar com uma amiga dizendo: "a minha filha levantou-se, abriu a porta, e disse eh mãe tanto axucar!!!!". Coisas simples que nos preenchem.
NEVOU no País todo...
Foi um Domingo diferente... simples é verdade, mas diferente.
As coisas simples são as mais inesquecíveis... Todos comentaram e sorriram... todos ligaram aos amigos e familiares para lhes pedir para irem espreitar à janela.
Nevou em Lisboa, facto que não acontecia há cinquenta anos. Nevou em Évora, Beja, no Algarve. Todos se esqueceram que se deve a alterações climatéricas provocadas pela destruição do Mundo pelo Homem. Todos fizemos conversa no trabalho, no autocarro, no comboio. Gostei sobretudo de ouvir uma mãe a falar com uma amiga dizendo: "a minha filha levantou-se, abriu a porta, e disse eh mãe tanto axucar!!!!". Coisas simples que nos preenchem.
November 28, 2005
I'm back
Eeeeeeeeeeeeeennnnnnnna...
E já lá vão... 4 meses!! Que vergonha.
Mas é um facto; desde o meu regresso de férias (onde já vão) não tenho tido tempo para pensar, quanto mais escrever... lol.
Para dizer... tudo e nada!
O que escrever... há muito isso é verdade! Este País dá-nos temas de sobra, mas muito sinceramente nenhum merece ter o privilégio de estar no meu regresso.
Por aqui está tudo bem... projectos pessoais em vista e, acima de tudo, a serem já concretizados. Podemos pensar em fazer, em delinear estratégias, em tentar calcular a melhor altura para começar a agir.
Mas, na verdade, tudo começa quando agimos. Começa tudo mesmo: decisões tomadas, acções desenvolvidas e resultados obtidos. É assim que devemos apostar nos nossos objectivos. Acima de tudo trabalhar para eles.
Este hábito que vamos adquirindo de nos esquecermos de como víamos o Mundo aos 17 anos, é-nos por vezes prejudicial. De repente a perspectiva que tínhamos da vida é abalroada pela chamada "realidade" e... depois... os sonhos que tínhamos ficam para trás.
O tempo deixa de existir, não sabemos que dia é hoje e quando damos por isso aí vem mais um Natal, mais um Aniversário, mais... e chega-se aos 31 num ápice. lol
Claro que cada decisão pressupões uma perda; às vezes temos pena de perder velhos hábitos, inclusivé quando não nos fazem bem.
A melhor decisão é aquela que sentimos ser a melhor para nós, e automaticamente para quem nos rodeia. O chavão "se não gostar de mim, quem gostará" aplica-se em todos os aspectos da vida. A melhor decisão vem de dentro.
E por hoje chega. Vou tentar vir cá mais vezes.
E já lá vão... 4 meses!! Que vergonha.
Mas é um facto; desde o meu regresso de férias (onde já vão) não tenho tido tempo para pensar, quanto mais escrever... lol.
Para dizer... tudo e nada!
O que escrever... há muito isso é verdade! Este País dá-nos temas de sobra, mas muito sinceramente nenhum merece ter o privilégio de estar no meu regresso.
Por aqui está tudo bem... projectos pessoais em vista e, acima de tudo, a serem já concretizados. Podemos pensar em fazer, em delinear estratégias, em tentar calcular a melhor altura para começar a agir.
Mas, na verdade, tudo começa quando agimos. Começa tudo mesmo: decisões tomadas, acções desenvolvidas e resultados obtidos. É assim que devemos apostar nos nossos objectivos. Acima de tudo trabalhar para eles.
Este hábito que vamos adquirindo de nos esquecermos de como víamos o Mundo aos 17 anos, é-nos por vezes prejudicial. De repente a perspectiva que tínhamos da vida é abalroada pela chamada "realidade" e... depois... os sonhos que tínhamos ficam para trás.
O tempo deixa de existir, não sabemos que dia é hoje e quando damos por isso aí vem mais um Natal, mais um Aniversário, mais... e chega-se aos 31 num ápice. lol
Claro que cada decisão pressupões uma perda; às vezes temos pena de perder velhos hábitos, inclusivé quando não nos fazem bem.
A melhor decisão é aquela que sentimos ser a melhor para nós, e automaticamente para quem nos rodeia. O chavão "se não gostar de mim, quem gostará" aplica-se em todos os aspectos da vida. A melhor decisão vem de dentro.
E por hoje chega. Vou tentar vir cá mais vezes.
July 27, 2005
Em suspenso
Encontro-me sentada no limbo da vida
Antes tudo era penoso
A alma tinha um concreto desejo
De lavar essas mágoas
A tristeza que sentia
Era verdadeira
Dava o sentido necessário
Num ápice
Inverteu-se tudo
Libertei-me de imposições
Pressões, limitações
Pensei em ser livre
Vivi essa emoção durante um tempo
Foi curto
Hoje não consigo
Não quero
Regressar de onde saí
Puxada a ferros
Fui
Mas não há sentido
O que faço com uma liberdade
Construida
Idealizada
Não sentida
Nem antes experimentada?
Não sei lidar com a falta do peso de viver
Um imenso deserto aqui dentro
Nada sinto
Olho o mundo por detrás de um vidro
Não toco
Não vivo
Não quero sentir
Não reajo
Não hajo
Não existo
Parece-me impossível ser.
Antes tudo era penoso
A alma tinha um concreto desejo
De lavar essas mágoas
A tristeza que sentia
Era verdadeira
Dava o sentido necessário
Num ápice
Inverteu-se tudo
Libertei-me de imposições
Pressões, limitações
Pensei em ser livre
Vivi essa emoção durante um tempo
Foi curto
Hoje não consigo
Não quero
Regressar de onde saí
Puxada a ferros
Fui
Mas não há sentido
O que faço com uma liberdade
Construida
Idealizada
Não sentida
Nem antes experimentada?
Não sei lidar com a falta do peso de viver
Um imenso deserto aqui dentro
Nada sinto
Olho o mundo por detrás de um vidro
Não toco
Não vivo
Não quero sentir
Não reajo
Não hajo
Não existo
Parece-me impossível ser.
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